Painho.

Te amar me faz bem. É vício que cultivo, necessidade que invade a alma. Não me reconheço sem o seu amor. É sua beleza, seu sorriso e sua vida. Fico segura, mesmo no escuro. É sua palavra.

Te amar me enche de esperança. Ameaço fantasmas e enfrento o desconhecido. Mas confesso: tenho medo.

Te amar é fazer sempre um (belo) horizonte. Ele está logo ali, você vê? Eu colho estrelas.

Te amar me fortalece. É porto seguro.

Te amar paga o resgate da dor. Amor que me tira do abismo e agasalha.

Te amar me desafia a amar mais. É um amor pleno e tranquilo, até em “noites que eu não queria e anunciar o dia“.

Te amar é indizível.

Te amar me revela e é meu desespero, todo dia.

Te amo, Painho!

Sobre Paolla Saraiva

"Encontrar a liberdade onde menos se espera... No fundo do tinteiro... Na ponta de uma pena" (Marquês de Sade) Ver todos os artigos de Paolla Saraiva

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